Sobre o Just Brasil
Somos um projeto editorial que acredita que cidadania não deveria exigir diploma em Direito.
O Just Brasil surgiu em conversas de corredor — daquele tipo que acontece quando alguém conta que levou oito meses para conseguir um exame pelo SUS, ou que o INSS negou um benefício por um documento que ninguém pediu antes. A frustração era sempre a mesma: a informação existe, mas está espalhada, escrita em linguagem impossível ou guardada por quem “tem jeito”.
Decidimos fazer diferente. Publicamos textos sobre serviços públicos, justiça acessível e mediação de problemas do dia a dia. Não somos escritório de advocacia, não vendemos serviço jurídico e não temos vínculo com órgãos governamentais. Somos leitores e cidadãos que pesquisam, testam caminhos e contam o que aprendemos — com opinião, sim, mas também com humildade para corrigir quando erramos.
Como escrevemos
Nosso tom é conversacional. Preferimos “você pode tentar isso” a “conforme o artigo tal”. Quando citamos normas, traduzimos. Quando um caminho não funciona na prática, dizemos também — porque orientação honesta vale mais que promessa bonita.
Cada texto passa por revisão editorial antes de ir ao ar. Atualizamos artigos quando regras mudam ou leitores apontam desatualização. A data de atualização aparece no rodapé das matérias.
Quem está por trás
Marina Costa cobre previdência, INSS e burocracia federal. Trabalhou anos em atendimento ao público antes de migrar para o jornalismo cívico.
Rafael Mendes escreve sobre saúde pública, SUS e direitos do consumidor em serviços essenciais.
Lúcia Ferreira é mediadora comunitária e traz a experiência de salas de conciliação para textos sobre conflitos de vizinhança e acordos informais.
O que não fazemos
Não damos consultoria jurídica individual. Não garantimos resultado em processos. Não aceitamos pagamento de órgãos ou empresas para favorecer conteúdo. Se um dia houver parceria institucional, ela será declarada com transparência.
Para quem escrevemos
Nosso leitor típico não é especialista em Direito. Trabalha, paga conta, depende de serviço público e quer saber o próximo passo sem passar vergonha em guichê. Escrevemos para essa pessoa — em Minas, no Nordeste, no Sul — com exemplos que cabem na vida real.
Dúvidas, sugestões de pauta ou correções: [email protected]. Leia também nossa política editorial.